Carvalho, A. A. (2005).
Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Avaliação de locais virtuais de conteúdos educativos, Número 2, Ministério da Educação, 55-78. http://hdl.handle.net/1822/5
O texto começa por nos apresentar, sucintamente, as quatro fases de evolução dos sites, não só no design gráfico, mas também na diversidade de recursos que vão sendo utilizados.
Em seguida são-nos apresentados as cinco principais componentes de um site educativo: a informação, as actividades, a comunicação, a edição colaborativa online e a partilha. É de notar que estes componentes dinâmicos do «website educativo» facilitam uma mudança de paradigma, facultando meios para que os alunos sejam produtores activos de conhecimento, o que é muito relevante para o processo de ensino / aprendizagem do aluno. É portanto necessário analisar se o «website educativo» preenche estes requisitos.
Do mesmo modo existem alguns indicadores de qualidade de um site educativo que auxiliam a análise de um «website educativo». Assim são propostas nove dimensões que devem estar patentes na análise do «website educativo»: a identidade, a usabilidade, a rapidez de acesso, os níveis de interactividade, a informação, as actividades, a edição colaborativa online, o espaço de partilha e a comunicação.
1) Identidade: integra o nome do site (deve estar sempre visível), o seu propósito ou finalidade (deve surgir na primeira página para esclarecer os utilizadores sobre o tipo de site, isto é, destinatários e objectivos), a autoridade (autor ou instituição responsável pelo site, estes devem disponibilizar os seus contactos: correio electrónico, telefone e endereço postal), a data da criação e da última actualização.
2) Usabilidade: o site deve ser fácil de usar e fácil de aprender a usar, para isso contribui a compreensão da estrutura do site (se possível o menu deve estar sempre disponível e os itens reflectirem as suas secções), a navegação e orientação (no site o utilizador deve conseguir responder facilmente às seguintes questões: Que site é este? Em que página estou? Quais são as secções principais deste site? Quais são as minhas opções neste nível?), o aspecto gráfico e a consistência da interface (o aspecto gráfico provoca no utilizador interesse ou desinteresse. Ao utilizador deve ser-lhe facultado algumas opções como: alterar o tamanho do texto, desactivar o som, aumentar ou diminuir o seu volume, repetir a visualização, avançar ou recuar no som ou no vídeo).
3) Rapidez de acesso: para a rapidez interna de acesso contribui o facto de as hiperligações estarem activas.
4) Níveis de interactividade: o utilizador deve ser desafiado num site para se sentir envolvido e interessado. Foram identificados cinco níveis de interactividade: 1) o utilizador vê e ouve, clica nas hiperligações para aceder à informação; 2) o utilizador desloca ou movimenta objectos; 3) o utilizdor preenche e envia esperando receber uma resposta; 4) o utilizador preenche e verifica obtendo feedback imediato; 5) o utilizador constrói um texto colaborativo online.
5) Informação: abarca o conteúdo disponibilizado (deve ter um título, indicação do autor, a data, as referência s bibliográficas e estar correcto do ponto de vista gramatical e ortográfico), as ajudas ao utilizador e as perguntas frequentes, as sugestões e actividades para professores e encarregados de educação.
6) Actividades: as actividades devem fomentar a aprendizagem individual e colaborativa, incentivando e motivando a procura de informação. São destacadas três tipos de actividades que podem ser desenvolvidas individualmente ou colaborativamente: 1) pesquisa orientada; 2) jogos; 3) exercícios com correcção automática.
7) Edição colaborativa online: as ferramentas colaborativas (blogues e ferramentas wiki) permitem que vários sujeitos colaborem para o mesmo objectivo.
8) Espaço de partilha: espaço onde podem ser disponibilizados os trabalhos realizados pelos professores e pelos alunos.
9) Comunicação: o site deve facilitar a comunicação entre os que o usam, disponibilizando correio electrónico, fórum e chat (aúdio e vídeo).
Este blogue pretende ser uma importante ferramenta de trabalho para os alunos do 2º ciclo. Podem preparar-se para os testes, podem procurar informações para os trabalhos de investigação... Entra na História em Acção e verás como estudar História pode ser muito divertido.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Afinal de contas, o que é a História?
A História não tem que ser encarada como algo de muito aborrecido e "chato".A História pode ser muito divertida, se te levantares da cadeira, arregaçares as mangas e entrares em acção.
Só tens de querer e tornar-te-ás num "Hstoriador Activo".
De que é que estás à espera? Lança desafios, questiona as fontes, torna-te construtor do teu próprio conhecimento.
Não fiques parado..........à espera que o professor despeje conteúdos para cima de ti. Tu tens a capacidade de raciocinar, pensaaaaa......... A História não é uma seca! A História não tem de ser uma seca!
Qual é a tua opinião acerca do que é a História? Como é gostarias que fossem as tuas aulas de História?
Torna-te activo, dasafia-me, questiona-me....................???????
Este espaço é teu, tira partido dele e aproveita-o bem. Estou à tua espera.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Análise da leitura recomendada
Questionário sobre a WebQuest
a) O que é uma WebQuest (WQ)?
Uma WebQuest é uma actividade de aprendizagem que aproveita a imensa quantidade de informações disponibilizadas na WEB.
Bernie Dodge, foi o criador do conceito de WebQuest e desenvolveu este modelo com o apoio de de Tom March.
Segundo Dodge " WebQuest é uma actividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."
Em geral, é elaborada pelo professor para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos. As WebQuests são uma forma interessante de intercâmbio e cooperação docente.
A duração do trabalho a ser desenvolvido numa WebQuest depende da complexidade do mesmo que, por sua vez, também é condicionada pela faixa etária dos alunos. Dodge considera WebQuests de:
- curta duração (são realizadas entre uma a três aulas) têm como objectivo levar o aluno a percorrer uma significativa quantidade de informação e a compreendê-la, como refere Dodge (1997), centra-se na aquisição e integração do conhecimento.
- longa duração (1 semana a 1 mês em ambiente de sala de aula) têm por objectivo alargar e refinar o conhecimento.
b) Quais sâo os componentes de uma WebQuest?
Há cinco componentes na elaboração de uma WebQuest: a introdução, a tarefa, o processo, a avaliaçãoe a conclusão.
A introdução é um texto curto que apresenta o tema ou antecipa aos alunos a actividade que terão que desenvolver. Deve ser motivadora para que os alunos sintam interesse em participar nas tarefas.
A tarefa descreve que "produto" se espera dos alunos no final da WebQuest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo.
O processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a tarefa. Quanto mais detalhado for o processo melhor.
Exemplo:
1. Primeiro, formem de três alunos.
2. De seguida, devem decidir qual o papel que cada elemento do grupo vai desempenhar.....
3. e assim por diante........
Na secção da avaliação, o aluno deve ser informado sobre como o seu desempenho será avaliado e em que casos a verificação será individual e/ou colectiva.
A conclusão deve resumir, em poucas frases, os assuntos explorados na WebQuest e supostamente os objectivos que se pretendiam que fossem atingidos.
A conclusão é também um espaço para incentivar o aluno a continuar a reflectir sobre o assunto, que pode ser através de questões retóricas e links adicionais.
c) O que é a Webtaskonomy?
Consiste na tarefa ou nas tarefas a realizar. Pode ser responder a uma pergunta, comparar opiniões, realizar gráficos com os dados recolhidos, etc. Relativamente às tarefas, (taskonomy), Dodge sugere 12 tipos de tarefas:
► redigir o que se leu (contar)
► compilação de dados
► mistério (papel de detective)
► jornalismo (papel de reporter)
► criar um produto ou planear uma acção
► produtos criativos (criar uma história, poema, canção, um poster, uma pintura)
► criar consenso
► persuasão (ponto de vista a apresentar, por exemplo, na câmara; escrever uma carta, um editorial; fazer um poster; criar um vídeo publicitário)
► conhece-te! (reflexão sobre quem se é; objectivos a longo prazo; questões éticas e morais; como melhorar determinadas facetas; apreciar arte, etc)
► tarefas analíticas (olhar atentamente para um ou vários aspectos e identificar semelhanças e diferenças)
► Julgar/avaliar (o aluno dispõe de vários itens e tem que os ordenar ou classificar ou, ainda, escolher entre algumas opções)
► tarefas científicas (definir hipóteses, testar hipóteses; descrever os resultados e interpretá-los).
É preciso ter em atenção o nível cognitivo da tarefa: a sua exigência (dificuldade).
d) Como fazer a avaliação dos alunos na realização da WebQuest?
A avaliação deve indicar como o desempenho dos alunos será avaliado. Referir se é para o grupo ou se também é individual.
Convém incluir os indicadores qualitativos e quantitativos de avaliação.
e) O que incluir na conclusão?
Deve ser disponibilizado aos alunos um resumo da experiência proporcionada pela WebQuest, salientando as vantagens de realizar este trabalho.
Deve-se também despertar curiosidade para pesquisas futuras. Pode-se colocar uma pergunta, um problema para resolver, um site para explorar, entre outros.
Mais informações disponíveis em:
http://www.iep.uminho.pt/aac/diversos/webquest/
Caso pretenda contactar com Dodge para obter mais informações acerca das WQs entre em contacto com ele através do seu e-mail: bdodge@mail.sdsu.edu;

a) O que é uma WebQuest (WQ)?
Uma WebQuest é uma actividade de aprendizagem que aproveita a imensa quantidade de informações disponibilizadas na WEB.
Bernie Dodge, foi o criador do conceito de WebQuest e desenvolveu este modelo com o apoio de de Tom March.
Segundo Dodge " WebQuest é uma actividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."
Em geral, é elaborada pelo professor para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos. As WebQuests são uma forma interessante de intercâmbio e cooperação docente.
A duração do trabalho a ser desenvolvido numa WebQuest depende da complexidade do mesmo que, por sua vez, também é condicionada pela faixa etária dos alunos. Dodge considera WebQuests de:
- curta duração (são realizadas entre uma a três aulas) têm como objectivo levar o aluno a percorrer uma significativa quantidade de informação e a compreendê-la, como refere Dodge (1997), centra-se na aquisição e integração do conhecimento.
- longa duração (1 semana a 1 mês em ambiente de sala de aula) têm por objectivo alargar e refinar o conhecimento.
b) Quais sâo os componentes de uma WebQuest?
Há cinco componentes na elaboração de uma WebQuest: a introdução, a tarefa, o processo, a avaliaçãoe a conclusão.
A introdução é um texto curto que apresenta o tema ou antecipa aos alunos a actividade que terão que desenvolver. Deve ser motivadora para que os alunos sintam interesse em participar nas tarefas.
A tarefa descreve que "produto" se espera dos alunos no final da WebQuest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo.
O processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a tarefa. Quanto mais detalhado for o processo melhor.
Exemplo:
1. Primeiro, formem de três alunos.
2. De seguida, devem decidir qual o papel que cada elemento do grupo vai desempenhar.....
3. e assim por diante........
Na secção da avaliação, o aluno deve ser informado sobre como o seu desempenho será avaliado e em que casos a verificação será individual e/ou colectiva.
A conclusão deve resumir, em poucas frases, os assuntos explorados na WebQuest e supostamente os objectivos que se pretendiam que fossem atingidos.
A conclusão é também um espaço para incentivar o aluno a continuar a reflectir sobre o assunto, que pode ser através de questões retóricas e links adicionais.
c) O que é a Webtaskonomy?
Consiste na tarefa ou nas tarefas a realizar. Pode ser responder a uma pergunta, comparar opiniões, realizar gráficos com os dados recolhidos, etc. Relativamente às tarefas, (taskonomy), Dodge sugere 12 tipos de tarefas:
► redigir o que se leu (contar)
► compilação de dados
► mistério (papel de detective)
► jornalismo (papel de reporter)
► criar um produto ou planear uma acção
► produtos criativos (criar uma história, poema, canção, um poster, uma pintura)
► criar consenso
► persuasão (ponto de vista a apresentar, por exemplo, na câmara; escrever uma carta, um editorial; fazer um poster; criar um vídeo publicitário)
► conhece-te! (reflexão sobre quem se é; objectivos a longo prazo; questões éticas e morais; como melhorar determinadas facetas; apreciar arte, etc)
► tarefas analíticas (olhar atentamente para um ou vários aspectos e identificar semelhanças e diferenças)
► Julgar/avaliar (o aluno dispõe de vários itens e tem que os ordenar ou classificar ou, ainda, escolher entre algumas opções)
► tarefas científicas (definir hipóteses, testar hipóteses; descrever os resultados e interpretá-los).
É preciso ter em atenção o nível cognitivo da tarefa: a sua exigência (dificuldade).
d) Como fazer a avaliação dos alunos na realização da WebQuest?
A avaliação deve indicar como o desempenho dos alunos será avaliado. Referir se é para o grupo ou se também é individual.
Convém incluir os indicadores qualitativos e quantitativos de avaliação.
e) O que incluir na conclusão?
Deve ser disponibilizado aos alunos um resumo da experiência proporcionada pela WebQuest, salientando as vantagens de realizar este trabalho.
Deve-se também despertar curiosidade para pesquisas futuras. Pode-se colocar uma pergunta, um problema para resolver, um site para explorar, entre outros.
Mais informações disponíveis em:
http://www.iep.uminho.pt/aac/diversos/webquest/
Caso pretenda contactar com Dodge para obter mais informações acerca das WQs entre em contacto com ele através do seu e-mail: bdodge@mail.sdsu.edu
quinta-feira, 11 de março de 2010
Análise da leitura recomendada
Carvalho, A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 25-40. Disponível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7142/1/sisifo03PT02.pdf
A leitura deste artigo levou-me a reflectir sobre diversos temas e que terei em conta em práticas futuras porque “A Internet reflecte-se na reorganização das nossas vidas, no modo como comunicamos e como aprendemos” ..
O mundo não é mais o mesmo e “o professor tem um novo papel a desempenhar: o de facilitador da aprendizagem” mas claro ele mesmo tem de desenvolver a capacidade de “reconhecer a importância de aprender” e “estar sensível à mudança resultante de novas informações”
A leitura deste artigo levou-me a reflectir sobre diversos temas e que terei em conta em práticas futuras porque “A Internet reflecte-se na reorganização das nossas vidas, no modo como comunicamos e como aprendemos” ..
O mundo não é mais o mesmo e “o professor tem um novo papel a desempenhar: o de facilitador da aprendizagem” mas claro ele mesmo tem de desenvolver a capacidade de “reconhecer a importância de aprender” e “estar sensível à mudança resultante de novas informações”
Ao longo da sua leitura vamos tocando vários conceitos que ali foram reunidos com uma abordagem muito explícita por parte da autora. No fim, ficamos necessariamente com mais vontade de usar os imensos recursos que hoje estão à nossa disposição.
domingo, 7 de março de 2010
A Implantação da República
Caça ao Tesouro
Esta é uma aventura para pequenos historiadores. Se frequentas o 6º ano de escolaridade então entra na caça ao tesouro sobre a "A Implantação da República em Portugal.
Introdução
Nos últimos anos do século XIX, os problemas económicos em Portugal agravaram-se. A dívida ao estrangeiro era cada vez maior, os salários continuavam baixos e, por isso, o descontentamento da população aumentava de dia para dia.
Para ficares a saber mais acerca deste tema responde às seguintes questões procurando apoio nos recursos que te são apresentados em cada questão.
1. Quais foram as razões da queda da monarquia.
2. Indica o que pretendia Portugal através do mapa cor-de-rosa.
3. Como é que os portugueses reagiram ao ultimato inglês.
4. Em que ano foi assassinado o rei D. Carlos?
5. O que é que pretendiam os republicanos.
6. Em que data se deu a implantação da república em Portugal?
Parabéns!!!
Portaste-te como um verdadeiro "Historiador".sábado, 27 de fevereiro de 2010
Bem vindos à História em Acção!!!
Blogue de Maria José Machado.
Este Blogue foi criado no âmbito da disciplina de "Hipermédia e Sociedade da Informação", inserida no Mestrado em Supervisão Pedagógica de História e Ciências Sociais, Universidade do Minho.
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